Lab Translabpoéticascinemas trans labs poéticas de fluxus cinemas fluxuz o lab de transcinemas


O Lab Transcinemas é o espaço em construção que visa experimentar novas formas de criação, produção e difusão de transcinemas .


A idéia é estimular a construção coletiva de processos estéticos hibridos entre midias com o objetivo de criar formas de espacialidade e interação entre publico, artistas e obras, através de continuas recriações dos materias compartilhados e criados conjuntamente.


Da tela ao espaço urbano, do cinema a instalação, da musica a cyber literatura, da fotografia ao loop eletrônico, do vídeo a poesia sonora, da mídia ao corpo No mixer de variadas linguagens, - texto, imagem, som, vídeo, foto, arquitetura, teatro, artes plástica, performance. O Transcima se converte nesse espaço virtual destas relações de tradução, agenciamento, conexão , de uma linguagem a outra, de uma pessoa a outra, de um fluxo ao outro. Arquitetura de informação, geografia hiper-midiática, territórios cinemáticos em movimento.


O Lab propõe desconstruir o dispositivo convencional do cinema preso a narratividade e a representação realista para estimular a apropriação inventiva de novas formas de cinema, misturando cinema eletrônico, cinema live, hiper-narrativas, interatividade, instalação, tecnologias portáteis, web arte.


Compor com os participantes uma plataforma multi-mídia para criação audiovisual explorando diversos processos de convergêngias entre suporte e linguagens.


Todo material de criação do lab integram um acervo comum a ser constantemente alimentado e transformado pelo grupo, disponível coletivamente com imagens, sons, textos, musicas, para o grupo realizar novos roteiros de criação, montagem de novas versões do material , composto uma memória eletrônica aberta.

A dimensão do Transcinemas será trabalhada como um campo de convergência entre linguagens e suportes/ espaço fluxo em continua tradução poética de um meio no outro/ corpo e pensamento, espaço e obra constituindo um platô experimental para poéticas de fluxus.

O Transcinema é uma máquina abstrata de poéticas de fluxus, máquina sintetizadora de processos subjetivos de imagem e som em movimento. Máquina estética geradora de cinemáticas, de sonoridades e plásticas, de ritmos, gráfias, patcwork, improvisações, momentos frames. Máquinas de música e corpos nômades em cidades invisíveis.

A idéia do filme não está mais presa ao acabado, segmentada na planificação da produção. Todas as etapas se inter-cruzam no fluxo fílmico sem a especificidade de um código/matriz decodificadora. Idéia, pesquisa, roteiro, produção, montagem, difusão são constantes virtuais do processo de criação, não mais separadas. O filme passa a ser a memória em movimento de seu fluxu combinatório, o espaço em expansão, o corpo em extensão.

O transcinema rompe com a necessidade de uma supremacia da imagética enquanto Tempo e significado narrativo para construir atmosfera sonoras próprias, cinestesicas, cinemáticas em que a imagem é mais um acorde dissonante que não serve de referencia ao som mas de plano de composição sensorial.

O cinema supra-sensorial, cinestesico é sobretudo essa pele dupla entre eu e o outro, deslocado na fronteira do corpo com o espaço, “ a menbrana que toca e é tocada”. A pele é esta face de outra tecnologia, mais imaterial, transferidas poéticamente as sensações das coisas.

No transcinema o cinema passa a ser um dos índices de singularização de sua multiplicidade estéticas. O transcinema é o índice de uma zona não determina, espaço som, vídeo, material intercambiável, arquitetura da informação .

movimento/ Zonas de conexões e roteiros virtuais

A proposta desse movimento/   é construir uma plataforma de transcinemas na internet / integrando rede de pesquisa e criação através de um bancos de dados( memória eletrônica em movimento no fluxu hibrido informacional )., 

Zona de conexão e difusão 

um ‘platô’/ zona de ação de transcinemas poéticas de fluxus , Utilizando o espaço como plataforma de intervenção e de interface de múltiplas linguagens e ações. Atualizar o virtual e virtualizar o atual, estabelecendo possíveis, projetando o campo virtual sobre o lugar de novas relações processuais no espaço presencial . 

As possibilidades do uso dos múltiplos espaços como ‘suporte’ de uma poética expandida faz com que a obra possa ser uma eterna conjugação de momentos estéticos, jatos, pixel, imediatos, disponíveis,transmissíveis,simultaneamente, processo e obra de uma memória virtual em transformação. A cidade, a internet, a instalação, as telas moveis/ servem como suporte móvel para uma arquitetura da informação, diagrama de difusão e interação entre signos, suportes, assicronicamentes incidindo sobre outro contexto.

A obra como momento instantâneo, trajetória , memória, mapas de intensidades , ponto de conexão/participação, de distribuição, de intervenção, o espaço de n-dimensão e direções. 

O mapa virtual é a dimensão do locais transportáveis, o diagrama transformacional, rizoma semiótico das relações de convergência e pontos de fugas. 

O espaço em seu múltiplo uso enquanto espaço liso é o ultrapassamento da construção arquitetônica para essa conjunção de uma arquitetura de mídia, de interface. A arquitetura de opacidades e ocupação.

, micro-filmess, fluxus


conectes



se movimento sugere um rotteiro virtual, escritura partitura de um filme inacabado sempre refilmado e re-escritoIROSFLUX(Z- INSTANTES FILMES ROTEIROS SONSFCLEUNA KAOS (Z-9)Z-FRAG

ROTEIROS FLUXUS (Z-9) INTEGRA O LAB DE TRANSCINEMAS COMO ESPAÇO VIRTUAL PARA CRIAÇÃO DE INSTANTESFILMES ECONSTRUÇÃO DE ROTEIROS EM REDE,HIPERFICÇÕES , FLUXU INTERFERÊNCIAS LABIRINTICAMENTE COMBINADAS E TRANSFORMADAS. SEQ/CENAS, FRAMES,PIXEL, HIPERTEXTOS,DERIVAS, MAPAS, FALAS, SAMPLE DE SOM IMAGEM FRAG 903M3944M2402M-QDMD-03432EKWMD SF0EWRMWE-03043KMEDW -0QWEDN3W-QEPSM.filmes sonoros

FILMES SONOROS
FILMADOS SEM VER

UM FRAME DE SEGUNDOS, INSTANTES FILMES

PARA VOZES, POEMAS SONOROS

“EU SOU O PERSONAGEM IMAGINÁRIO DO FILME,
O BANDIDO DA LUZ. NA REALIDADE, SOU A FICÇÃO INVENTADA.”

“ E OS NOMES SÃO SONS.”

“CYBERIAS, CIDADES IMAGINADAS.”

“AS IMAGEM ATACAM”.

“Ficções”, “AFRYCAS CYBERIAS. FICÇOES. KYNEMAS”

“AS CENAS SÃO ALHURES” “ ACHADOS ROUBADOS” “DESLOCADAS”

“OUÇA OS SONS SALTAM” “CONTRA O SOL” “O OLHAR DISPARA”

“KYNOSONOROS FILMADO SEM VER.”
“DZIGA OITICICA.”

“RIVER RIVERUNN RIVERÃO
UM FLUXO, UM CONTINUN”..

“ ATACO ALTO SURJO DISPARO
NUM SALTO SEM ESPAÇO RAJADAS DE SONS
ANARCOCR
OMATICOS”
ESPALAHADOS NA REDE DE CONEXãOVOZES DUPLAS, POEMAS SONOROS 09222
“ afrykas cyberais o mergulho do corpo”

“ meu invento de vibração”

“ o mergulho em um espaço aberto”

“agitações de formas puramente abstratas”

“ nos levando de súbito em um oceano.”

“estamos em espaços esféricos ”

“ ver através ouvir através”

“ crio seqüências series planos campos sonoros ”

“você encontra cenas alhures”

“são visões sons pedaços de filmes diferentes” “fragmentos e vozes.”

“ mas nesta ordem o filme é apenas um instante entre muitos possíveis.”

“ são fragmentos , pedaços, partes, planos, matérias, materiais, fluxos.”

“ a abstração é ver através de um filtro.”

“ o som sonoriza o campo da visão”

“ um fio que se deslinha em muitas linhas, desfiando o entorno”

“ transbordando o que separa o visto da visão”

“ fora quadro para dentro da paisagem”

“ além do anteparo do mundo, da janela que separa a visão.”

“ dia z há qualquer hora as rotas se cruzam ao sul
no extremo sol translamos os trópicos
ganhamos as velocidades”

“ frase fragmento. Invento”

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

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